Qual o seu número?

Segundo estudos, 10,5 é a média nacional de parceiros que uma americana tem durante toda sua vida. No filme Qual seu Numero?, que estreia nesta sexta feira, Ally se depara com uma recente pesquisa que indica que mulheres que tiveram mais de 20 homens, tem 96% de chances de não casarem.

Essa é a história do filme “Qual o seu número?” estrelado pela Anna Faris (Todo Mundo em Pânico) e pelo Chris Evans (Capitão América).

Desesperada com a sua situação, Ally faz uma promessa: “O próximo cara com quem eu dormir será o meu futuro marido!”. Mas sabe como é, as coisas acabam não saindo como o esperado e Ally encontra uma solução muito mais simples e que não irá aumentar seu número: reencontrar seus ex-namorados e descobrir se deixou escapar o grande amor da sua vida por aí.

Para ajudar nessa empreitada, Ally recruta seu vizinho Colin (Chris Evans) que constantemente usa seu apartamento para fugir das mulheres que passam a noite na sua casa.
Em meio a viagens, falsos sotaques, cabelos queimados e muitas confusões, Ally encontra muito mais do que um ex-amor, mas vou deixar esse final lindo para você descobrir quando assistir ao filme!

Aliás, vale destacar que além de um Chris Evans de cuequinha, o filme conta com a participação do bonitão do Zachary Quinto (Heroes), o Jon McHale (Community) e uma aparição bem nerd do Andy Samberg (Saturday Night Live).

Acho que a melhor sacada de “Qual é seu número” é mostrar para nós mulheres que números são só números, e que se o cara realmente gosta de você, não irá levar em conta a quantidade de parceiros que você teve, mas quem você realmente é.

Mesmo assim, muitas mulheres são super encanadas com a quantidade de parceiros que ela teve. Você acha que o número de parceiros que uma mulher, e também o homem, já tiveram interfere em um relacionamento?
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Ah, a Fox preparou uma pesquisa em vários lugares do mundo mostrando a média de parceiros das mulheres em cada país. Ficou bem legal, dá uma olhada aqui!

Comentários:

  • http://twitter.com/verossimil verossimil

    Quatro possibilidades me ocorrem, generalizando: (1) mulher virgem imaculada, (2) mulher que já teve um parceiro fixo por um bom tempo, (3) mulher que já passou o rodo geral, versão feminina daquela música do Martinho da Vila, ou (4) mulher que já pegou meia (uma?) dúzia, eventualmente com algum tempo de parceiro fixo, apreciando com moderação.

    Se esses “perfis” interferem no relacionamento? Claro. Mas isso não é necessariamente bom, ou ruim. Caso é que somos quem somos e a história que vivemos, e a soma das experiências anteriores possivelmente há de interferir na próxima.

    Pra não ficar 100% em cima do muro, vaticino: só o que não vale nessa história é comparar passado de mulher a cozinha de restaurante.