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Resultado da promoção tUnE yarDs no Cine Jóia

Todo mundo participou bonito da nossa promoção pra assistir o show da tUnE yarDs (ainda vou entender porque ela escreve esse nome assim todo miguxo!), mas só uma pessoa sortuda levou o par de convites pra essa noite. E quem venceu foi:

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Ganhe um par de ingressos pra ver tUnE yarDs no Cine Jóia


Se você gosta de música e/ou é uma pessoa festeira, já deve ter ouvido falar da Mixtape: balada boa com a qual, vez por outra, o canal Multishow nos presenteia.

Deve saber também que dentro das Mixtapes sempre rolam shows muitos interessantes. Coisas tipo Warpaint, Darwin Deez e Miami Horror, que abriu os trabalhos no primeiro evento, há mais ou menos um ano.

Pois bem, lá se vem o Multishow [de mãos dadas com a Absolut] de novo, trazendo a Mixtape#4 e a tUnE-yArDs como atração principal dessa vez.  Continue lendo

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O melhor do Coachella 2012


Como a maioria dos mortais que não puderam ir ao Coachella, eu também fiquei o fim de semana inteiro assistindo o festival pelo Youtube (aliás, que ótima transmissão, tão de parabéns). Além de ficar reclamando que não tava lá e tuitando com a hashtag #coachelladadepressao,  consegui prestar atenção nos shows e deu pra eleger alguns dos melhores momentos:


- Bon Iver

Esse foi um que não vi ao vivo (err pelo Youtube, como já disse). Fui ver depois por recomendação do marido, que achou esse o melhor show de todo o Coachella. E realmente foi incrível, tava de noite, com umas luzes bonitas, uma banda maravilhosa, toneladas de autotuning e essa pegada semi cafona que eu tanto amo (sério, ouve essa música aí e diz se não veio direito de 1982).

- Frank Ocean

 

http://youtu.be/FymmcleIhEo

Sério que outro membro do Odd Future começaria o show com uma música do Bob Dylan? E ainda tocando com uma banda completa? Amo muito o Frank Ocean e amei o show (ainda teve participação do Tyler). Povo pode até ter dito que ele desafinou e tal, realmente, a voz falhou em alguma horas. Só que ele é um cara novo, que tá começando a fazer muitos shows, só tende a melhorar com o passar do tempo. Dou no máximo um ano pra ele estar ainda mais foda.

- O tal holograma do Tupac

 

Pois é, tenho um pouco de medo desses show com holograma, é um troço meio fantasmagórico. Imagina você lá assistindo o show do Snoop Dogg e de repente aparece o Tupac, todo semi-deus, renascido das cinzas, cantando com ele no palco. Jesuuuis, deu até um frio na espinha. Tão dizendo que custou uns belos 10 milhões pra trazer o cara de volta à vida. Taí uma coisa que eu queria ter visto ao vivo.

- The Weeknd

 

http://youtu.be/or9aoZrjIvs

Nunca pensei que a banda fosse tão boa ao vivo. Ontem fiquei bem surpresa ao ver que o Abel canta com aquela voz de verdade, e o melhor de tudo, ele tem uma banda completa e incrível. Tudo ao vivo, tudo na hora, nada playback, provando que The Weeknd é muito mais que só uma banda de estúdio. Agora a pergunta que não quer calar é: quando eles vêm pro Brasil?

- We Were Promised Jetpacks

 

Essa é uma banda pra prestar atenção. Nunca tinha ouvido o som desses escoceses antes de ver o show no Coachella, mas agora eles têm minha total atenção. Fizeram um show impecável, com aquele tipo de música que vai se transformando em várias coisas e no final parece que você ouviu umas quatro ou cinco canções diferentes. Vale a pena procurar mais a respeito dos caras.

 

E foi isso. Não vou falar muito sobre o show da Azealia Banks, que me deixou decepcionada com o playbackão. Nem do Radiohead que agora parece uma banda que faz intermináveis e cansativas jam sessions (vão tocar jazz então, né). Espero ir pro festival em 2013 e agora fiquem com essa foto da Rihanna pulando na multidão, só pra animar o dia:

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O primeiro Lollapalooza a gente não esquece

Show od Tv On The Radio no Cine Joia, antes do Lolla. Queria tanto ter conseguido falar com eles.

Nesse final de semana rolou a primeira edição do Lollapalooza aqui no nosso país. Depois de cobrir Rock In Rio, Terra, SWU e Ultra pra Mix no ano passado, finalmente abrimos a agenda dos grandes festivais de 2012. E olha, eu tava esperando ansiosamente por esse momento desde dezembro.

Amo trabalhar em festivais. É sempre uma confusão, uma maluquice, a gente nunca sabe que banda vai dar entrevista ou não até o último minuto. Alguns até confirmam antes, mas sei lá, vai que de repente o guitarrista/baixista/vocalista tem um desses rompantes de diva e resolve que vai ficar trancado no camarim até a hora do show. Vai que na hora uma banda de quem você nunca ouvi falar tá lá felizona e resolve dar um entrevista surpresa… Nunca se sabe.

É engraçado porque eu sempre fui uma pessoa que gosta das coisas certinhas, nada de mudanças de planos repentinas ou atrasos homéricos. Mas em festivais a coisa muda de figura, com tantos eventos acontecendo ao mesmo tempo, acabei descobrindo que dá pra ser feliz no caos. Choveu, a banda atrasou, apareceu uma entrevista surpresa, a pauta sumiu… Tudo bem, no final sempre dá tudo certo.

Nesse Lolla tive a oportunidade de fazer entrevistas e conhecer melhor bandas que antes eram só nomes aleatórios no meu iTunes. Falei com Band Of Horses, Cage The Elephant, Peaches, Manchester Orchestra, Foster The People, Tinie Tempah e pasmem até com o Arctic Monkeys, que agora tem status de “uma-das-grandes-bandas-desse-mundo” (embora eu discorde um pouco).

Os caras do Foster The People sendo uns queridos

Foster The People foi a primeira banda com quem falei, isso na quinta, ainda no hotel em que eles tavam hospedados. A entrevista foi boa, os caras bem simpáticos, mas depois pensei que, se puder escolher entrevistar no hotel ou no backstage do festival, prefiro mil vezes a segunda opção.

No hotel os caras sempre tão com cara de fronha, meio de saco cheio porque foram tirados do bem e bom do quarto pra falar pela quinquagésima vez sobre seu trabalho mais recente. Já no backstage, eles estão mais no clima do festival, prontos pro que der e vier.

Aliás quase todas as bandas que entrevistei no backstage estavam super felizes, se divertindo de verdade com o festival. A Peaches bem louca, disse pra eu não me aproximar muito porque ela tinha comido cebola no almoço e tava com bafo, tudo devidamente resolvido com um Mentos extra forte que eu tinha no bolso. Os caras do Cage The Elephant confessaram que ouviam Matchbox 20 quando eram adolescentes. E o Tinie Tempah mandou um belo xaveco, só pra depois saber que sou casada e dizer “wow, that’s a nice ring” (olhaí sua moral, marido).

Band Of Horses falando sobre a emoção de tocar num... Jockey Club (tum dun ts!)

Cage The Elephant contando quanto foi surreal contar com Dave Grohl na banda

Peaches rindo à toa

No fim de tudo, surpresa surpresa o Alex Turner foi meio blasé, mas ele é assim mesmo no palco, nas entrevistas, na vida toda, e não esperava que fosse gargalhar durante um papo 10 minutos. (Mas olha, tá de parabéns esse cabelinho rockabilly, viu?)

Arctic Monkeys: porque ser inglês é ser blasé

Foi isso, depois de todos os esforços empregados, mais uma missão cumprida, mais um belo festival. E dessa vez a moral da história foi: faça todo trabalho como se fosse o mais incrível da sua vida. Não importa se você tá na chuva todo zoado, se tá cansado, com dor de barriga, brigou com a namorada ou sei lá mais o que.

Faça sempre o seu melhor. E se for pra fazer algo meia boca, nem comece.

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Drew Barrymore assina fotos para a V Magazine

Imagine um sonho em que você tá numa festa e encontra vários de seus ídolos do mundo da música. Todos são incríveis, super seus amigos, vocês tomam cerveja, pulam na piscina, trocam ideia sobre suas canções preferidas e ainda por cima são fotografados pela Drew Barrymore.

Oi??

Pois esse sonho, meus queridos, é quase real (tirando a parte em que você tava na tal festa). É que a última edição da V Magazine traz um ensaio fotográfico assinado pela Drew Barrymore e feito numa festa que aconteceu numa bela casa, sob o sol da California. Lá estavam reunidos ninguém menos que as lindas do Warpaint, Mayer Hawthorne, The Drums e mais uma dúzia de músicos maravilhosos.

E, já que a gente não pôde estar lá pra participar da coisa toda, vale babar pelo vídeo. Difícil deve ter sido escolher de quem seria a trilha sonora.

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Florence + The Machine Days

Eu sou alucinada por essa banda. A-LU-CI-NA-DA. A vocalista Florence Welch tem uma voz incrível e o ritmo dela sempre melhora os dias mais terríveis. Sem contar que ela é mais que uma cantora, ela é icone de moda e comportamento. Diva.

E essa semana foi foda pra quem curte a banda por 3 razões:

The Creators Project

O Creators é uma parceria da Intel + VICE, dedicado à celebração da criatividade, cultura e tecnologia. O site está sempre recheado de novidades do mundo inteiro e hoje eles liberaram um mini documentário feito durante as gravações do último CD da banda, o Ceremonials.

É uma espiada na dinâmica do grupo dentro do famoso Abbey Road Studio. Um pouco da história dos sons que eles criaram, como as músicas surgiram e uma pitada da personalidade de Florence.


Video clipe novo

A Florence divulgou hoje também no twitter dela o clipe novo da música No Light, No Light. Excelente pra ver em prática todos os pontos que eles mostram no documentário do Creators. O ar meio gótico, as vozes, sons diferente e intesidade. Ficou lindo!


Summer Soul Festival

Apaixonou? Aproveita que ontem começou a venda de ingressos pra este festival que vai trazer a banda pro Brasil! Vai rolar em São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis. Além de Florence, Bruno Mars, Seu Jorge, Dionne Bromfield e Rox também vão tocar no mesmo dia. ♥

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Mixtape: Festival SWU

Amanhã tô indo pra Paulínia, interior de São Paulo, para trabalhar na cobertura do Festival SWU. Vão ser três dias de shows, que pra simplificar dividi em: sábado, dia de Kanye; domingo, dia dos velhos; e segunda, dia dos velhos um pouco menos velhos (noventistas).

Kanye West, Tyler, Matt & Kim e Courtney Love são destaques do SWU 2011

Vai ser interessante? Vai ser incrível, claro. Gente reunida pra assistir show (desde que não seja o do Guns n’Roses) é sempre bom. E pra mim, é bom principalmente pela oportunidade de trabalhar em mais esse festival nacional, aprender um pouco mais sobre as bandas e, quem sabe, até conhecer coisa nova e boa.

Dando uma olhada prévia, já deu pra selecionar as coisas que mais me interessam. A começar pelo sábado, queria muito ver de novo os shows do Kanye West, de quem não dá pra tirar os olhos durante toda a performance, e de Matt & Kim, que não te deixam parado no mesmo lugar. Aliás, esses dois certamente entram pelo menos no meu Top 20 de melhores shows ever. Assistir o tio Snoop Dogg e OFWGKTA também não seria mau.

No domingo, dia dos velhos, assistiria só Hole, só pra honrar minha adolescência, e depois Is Tropical, pra me sentir aliviada por meu gosto musical não ter estacionado na tal adolescência. Peter Gabriel dá mais sono que Los Hermanos, Lynyrd Skynyrd é coisa de gente que ainda aluga filme na locadora.

Já na segunda, dia dos velhos noventistas, fico na sala de imprensa e passo os shows. E nem me venham citar toda a poesia daquelas microfonias irritantes do Sonic Youth que não cola, até porque eles vem pro Brasil ano sim, outro também. Pra não dizerem que sou uma insensível, ou igorante musical, assistiria o show do Megadeth só por desencargo de consciência.

Dito isso, taí uma mixtape com algumas das coisas que achei mais interessantes no SWU, já pra irem preparando os ouvidos pro final de semana:

1. Peer Pressure, Snopp Dogg (feat. Traci Nelson)
2. Power, Kanye West
3. She, Tyler, The Creator
4. Beira de Piscina, EMICIDA
5. Sumthin Like This Night, Snoop Dogg (feat. Gorillaz)
6. Cameras, Matt & Kim
7. The Diamond Sea, Sonic Youth
8. Malibu, Hole
9. Puteiro em João Pessoa, Raimundos
10. Girl From Mars, Ash
11. Girl Panic!, Duran Duran
12. South Pacific, Is Tropical
13. Crimewave, Crystal Castles
14. Beaches and Friends, Database

UPDATE!

Baixe a mixtape em mp3 aqui.

 

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Como foi o meu Festival Planeta Terra 2011

Sábado aconteceu o Festival Planeta Terra 2011 e acho que posso dizer que todas nós estávamos ansiosas por esse dia (vide as mixtapes que nossa querida Juju fez). No final das contas conseguimos ir, todo mundo ficou feliz e agora vou ter contar um pouco da minha experiência por lá.

Não há dúvidas: o Terra é o meu festival nacional preferido. Sempre muito bem organizado, com um line up ótimo e ingressos a preço justo, quase não dá margem à reclamações. Os únicos pontos negativos que posso citar esse ano são que algumas bandas escolhidas eram meio fracas (White Lies – wtf??) e que os ingressos se esgotaram mais rápido do que a minha habilidade de dar reload em páginas da internet.

Mas admito que essa parte dos ingressos foi um teaser a mais pros interessados em ir ao festival. Porque, né? Quem liga pra festival que tem ingresso sobrando, quanto mais a coisa parecer exclusiva, melhor.

The Name se apresentando no Indie Stage (Foto: Adriano Vizoni/Folhapress)

Enfim, ja tinha ido em todas as edições anteriores, só que esse ano foi a primeira vez que fui até lá a trabalho. Minha missão era cobrir o festival para a Mix Tv,  e já falei pra vocês que cobrir festivais, desde o Rock in Rio, tem se revelado uma coisa incrível. No Terra não foi diferente, conseguimos fazer grandes entrevistas e deu pra conhecer um pouquinho de como as coisas funcionam no backstage.

Cheguei no Playcenter com a equipe por volta das 15h, pra fazer o credenciamento. Credenciais em mãos, fomos até a sala de imprensa para guardar as coisas e de lá já seguimos para o Palco Indie. Ali, na frente do Castelo do Terror mesmo, falei com os Selvagens à Procura da Lei, banda cearense que ganhou o concurso Hit Todo Som, e também com o pessoal do The Name, ambos estreantes no festival e super ansiosos pra abrir os trabalhos do dia.

Depois houve uma looooonga espera (coisa bem comum quando se trata de entrevistar bandas de rock). Aí fica aquela coisa “Será que o cara do Toro y Moi vai falar com a gente?”, “E o Gang Gang Dance? Fala antes ou depois do show?”, “Ahhh, o fulano da banda X já tá bêbado? Então deixa pra lá”, “Ihh, o Bombay Bicycle Club tá vendo o show do Broken Social Scene…esperem mais um pouco”. Mas no final tudo se resolve, sempre.

Kevin Drew, do Broken Social Scene disse que a banda vai mesmo acabar (Foto: Adriano Vizoni/Folhapress)

Passada a espera, fomos até o backstage do palco principal falar com o Kevin Drew, do Broken Social Scene. A banda tem um zilhão de pessoas, mas ele disse que “só” onze iam tocar naquele dia. Fiquei meio triste com a conversa porque ele revelou que não tem mesmo jeito da banda lançar mais discos. Eles vão dar uma pausa por tempo indefinido (aka “acabamos com a banda”) depois dessa turnê, e parece que esse foi o último show. Mas Kevin foi legal e, entre um cigarro e outro, me consolou dizendo que isso não é triste, é só seguir adiante.

Depois veio o White Lies, que entrevistei logo após o show. Confesso que nunca tinha ouvido falar da banda antes de sair o line up do Terra e, vendo parte do show, achei um som beeeem de bandinha inglesa genérica. Mas isso foi compensado em simpatia. Estava até um pouco nervosa em falar com eles porque parte dos ingleses que já entrevistei foi meio blasé, parece que eles nunca querem dar entrevista, mas o baixista Charles Cave foi um querido. Eu até contei pra ele que achei que a banda fosse meio dark e mal humorada, como aparentam em algumas músicas. Ele riu e disse que NUNCA trata mal jornalistas, pois sabe que estamos só fazendo nosso trabalho.  Ahhh Charles se todos fossem iguais a você…<3

Na sequência veio o Sam Fogarino, baterista do Interpol e oficialmente o homem mais cheiroso do mundo na atualidade (juro, quase paro a entrevista pra perguntar que perfume era aquele). Também falei rapidinho com Bombay Bicycle Club e Beady Eye, que estava sem o Liam na hora e fizeram alguma piada com a minha cara num inglês ininteligível.

E essa pele cagada, Julian? Você não era assim... (Foto: Adriano Vizoni/Folhapress)

Depois ficamos lá no backstage esperando o Strokes, tudo em vão porque que eles acabaram falando só com três equipes de reportagem. A parte boa de ficar esperando foi  conseguir ver os caras bem de pertinho. Primeiro chegaram os batedores da polícia, depois uma van trazendo Nick, Nikolai, Albert (ai ai) e Fabrizio (amo muito). Todos entraram correndo no camarim e só depois de uns bons 30 minutos chegaram mais policiais e Julian, todo pimp, num carro só pra ele.

Passado o momento tiete e já sabendo que a entrevista não ia rolar, fui procurar minha turma e tentar assistir meu primeiro e único show da noite, o do Strokes. Nunca tinha visto um show deles e, apesar de serem incríveis no palco, acho que perdi um pouco o bonde da história. Esse é um daqueles shows que eu deveria ter assistido em 2005, acompanhada de mais empolgação, álcool e amigos de faculdade pra gritar junto.

As entrevistas vão ao ar hoje a noite, às 21h no Plantão Mix. Assim que estiverem no Youtube também link aqui, podem deixar. E agora me dá licença que vou ali na academia me preparar pra maratona do SWU, que rola no próximo fim de semana.

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Veja o clipe de Forced to Love, do Broken Social Scene:

Veja o clipe de Taken For a Fool, do Strokes:

 

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Mixtape Festival Planeta Terra 2011: Capitulo 2 – O Sonora Main Stage

Reação do pessoal do Strokes ao saber que não estaremos no Festival

Dois dias para o Festival Planeta Terra 2011.

Este blog continua não sendo embaixador do festival.

E apesar de milagres terem acontecido para algumas das simpáticas moças que aqui escrevem [nossa amada editora, Marina Santa Helena Black e a querida e maquiada Luciana David é que vão contar pra gente o que só elas viram no Playcenter], e apesar de eu ter participado de todas as promoções possíveis e imagináveis até o momento; e apesar de a esperança ser a última a morrer no ditado popular, a verdade, minha gente, é que já estou preparando a cerveja e a pipoca pra me abraçar com a transmissão online. [Nada de preços mais baixos no compreienaovou.com.br. Quero ver na sexta-feira].

Isso posto, eis aqui, neste segundo capítulo, a nossa mixtape pra me te acompanhar nesses dias esperançosos que faltam, com umas musiquinhas boas que devem rolar no Sonora Main Stage, cuja programação é essa aí, ó:

16h – Criolo
17h30 – Naçao Zumbi
19h – White Lies
20h30 – Broken Social Scene
22h – Interpol
23h45 – Beady Eye
01h30 – The Strokes



[Suspira e cruza os dedos, que ainda têm uns três sorteios hoje]

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Mixtape Festival Planeta Terra 2011: Capítulo 1 – O Claro Indie Stage

Este blog não é embaixador do Planeta Terra Festival.

Na realidade, as belas e simpáticas moças que cá escrevem sequer conseguiram comprar um dos ingressos, que se esgotaram mais rápido que bolsas Marc Jacobs em liquidação. Nós aqui também não ganhamos nenhuma promoção. Nem ingressos pra sortear. Nem nada. De modo que, a não ser que aconteça algum milagre [ou uma baixa de preços no compreienaovou.com.br] é pouco provável que o Supremas compareça ao disputado evento.

Chaz Bundick, do Toro Y Moi, promete reclamar de nossa ausência no festival.

No entanto, como fã confessa do festival que sou [pelo local, pelas atrações, pela organização e tudo o mais], resolvi fazer também, em duas partes, o nosso esquenta para o festival, de uma forma bem didática e usando um artifício que todas adoramos: mixtapes.

Neste primeiro capítulo, dez cantigas que dão uma idéia do que vai rolar no palco independente, cuja programação é essa aí embaixo:

16h – Banda Concurso Hit BB

17h – The Name

18h30 – Garotas Suecas

20h – Toro y Moi

21h30 – Bombay Bicycle Club

23h – Gang Gang Dance

0h30 – Goldfrapp

2h15 – Groove Armada

Caso você seja um(a) sortudo(a) com ingresso, dá pra mim, serve pra ir esquentando (faltam … dias). Mas se você, como eu, não conseguiu o concorrido, senta e chora, pega uma cerveja e vamos ver do sofá mesmo.

p.p.s.: a banda vencedora desse concurso aqui vai fazer a abertura do Palco Claro Indie Stage. Meu voto já foi pra banda Quarto Negro. Escolha a sua banda ainda desconhecida favorita e vote você também.

[A seguir, Capitulo 2 – O Sonora Main Stage]

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