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A street art de Alice Pasquini

Quem me conhece sabe que eu adoro street art e que alguns dos meus sites e blogs favoritos são sobre o assunto. E foi num desses blogs que eu conheci o trabalho da romana Alice Pasquini, uma artista multimídia que também trabalha com ilustração, instalação e animação.

Dá uma olhada no traço da moça e me diz se não é bom.

 

Gostou?

Dá pra ver mais do trabalho da Alice aqui.

Via Street Art Utopia

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Assim meio grafitado

Ainda procurando referências de decoração, acabei encontrando no Nerdcore esse quarto de hotel metade grafitado, metade branco.. O hotel em questão é o exclusivo Au Vieux Panier, em Marselha, que tem apenas cinco quartos redecorados anualmente por top artistas e designers desse mundão.Esse quarto aí foi criado por um artista gráfico chamado Tilt e ganhou o nome de The Panic Room.

É bonito, artístico, etc. Mas, convenhamos que deve dar mesmo um certo pânico dormir num lugar com lados tão diferentes, um todo calmo e pacífico e outro assim coloridão e com cara de bagunçado. Você deve acordar com a sensação de não saber direito em que lugar passou a noite.

Imagina só mudar esse vasinho aí de lugar.

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Revista Terezona

Quando a Juliana um dia pegou minha câmera emprestada e depois devolveu a dita cuja com o cartão cheio de fotos de alguns dos grafites mais legais da cidade, eu fiquei admirando as imagens e acabei esquecendo de perguntar pra ela de que se tratava aquilo.

Depois de um tempo, quando ela compartilhou no Twitter o link para a primeira edição da Revista Terezona, uma publicação digital de arte e cultura de um pessoal de Teresina, eu entendi tudo. É que as tais fotos de grafites que a Ju tirou fizeram parte dessa edição, cujo o resultado ficou tão legal que a gente não podia deixar de falar dela por aqui. Por isso fui atrás do Mirton, idealizador da história toda, e agora ele explica pra gente o que é e como funciona a Terezona:

Supremas: Como surgiu a ideia para criar a revista?

Mirton: A ideia surgiu da necessidade de ter um canal pra falar sobre arte e que não fosse somente local. Achei que a plataforma no formato de uma revista eletrônica caberia perfeitamente, pois é limpa (sem papel e sem tinta) e de fácil acesso. Logo em seguida achei que incluir pessoas que tinham algo a dizer sobre arte com um bom texto e fotos seria uma boa. E fechando a ideia, como não sou webdesigner, o formato de revista me permitiu realizar o projeto com programas que já trabalho (photoshop, in design, illustrator).

Supremas: Quem faz a Terezona?

Mirton: Quem faz a revista são várias pessoas, que mandam todas as contribuições que temos recebido. Agora quem seleciona o que vai entrar e como vai sou eu e o PC Lopes.

Supremas: A quem se destina a revista?

Mirton: O público que queremos atingir são os amantes de artes, que fazem ou simplesmente admiram, independente de faixa etária, que se identifiquem com a revista e seu conteúdo, em geral, além dos curiosos da internet.

Supremas: Vão sair outros números?

Mirton: Sim, queremos que seja uma publicação bimestral e já temos e estamos recebendo material para o próximo número

Supremas: Tem algum projeto pra sair uma edição impressa?

Mirton: Não, uma das primeiras coisas é que me apaixonei pela ideia de ser uma publicação sustentável, inclusive, vamos inaugurar uma coluna chamada 02-ZONA pra puxar mais esse debate. O jeito que resolvemos de compensar a ausência física foi criando eventos com os artistas envolvidos na edição virtual, fazendo lançamentos e intervenções artísticas.

Supremas: Quais os principais temas de interesse?

Mirton: Artes de modo geral (música, cinema, literatura, fotografia, etc) e comportamento.

Supremas: Algo que queira acrescentar ou que esquecemos de perguntar?

Mirton: Como a revista esta na web e queremos que seja lida por todos, futuramente ela sairá bilingue, pois temos participantes de muitos lugares. Aproveitando o espaço, quero convidar aos leitores interessados a participarem conosco.

 

Viu gente? Se tiverem algo pra mostrar e interesse em colaborar com a Terezona, comentem aí embaixo! Quem sabe seu trabalho não aparece na próxima edição da revista.


Brincando com a comida

Já que a gente tava falando em “mulheres maravilhosas que comem”, eu comecei a reparar que tem vários trabalhos de artistas e designers que super combinam com o assunto. Olha só:

- Comida na cara: no final das contas é literalmente essa a proposta do fotógrafo Marcel van der Vlugt. Essa série se chama I Like… e ele tá ligado, né? A gente gosta é de comida mesmo.

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- O fotógrafo Linus Morales resolveu pegar logos de algumas das maiores marcas de luxo do planeta e misturar com comida. O resultado ficou uma diliça! Chanel agora combina com salsicha, Fendi com nuggets e Gucci com bisteca, pra nenhuma modelo passar fome novamente.

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- O Cakehead Loves Evil é um dos blogs que eu mais amo nesse Google reader de meu deus. Esses dias li um post sobre a Bridget, essa artista que faz uns bordados incríveis e super originais. Gostei de vários, em especial esse e esse aqui embaixo (um beijo pras eat girls):

A propósito, fiz esse cookie de nutella outro dia e olhaaa… ficou uma delícia.

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- Outra coisa linda desse mundo é a cena do filme Old Boy, em que o Oh Dae-Su come o polvo vivo. Eu quase fico sem respirar toda vez que assisto.

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- Parece que tem mais gente por aí fazendo que nem o Vik Muniz e criando quadros gigantes com comida. Esse é uma torradeira feita por um pessoal de Buenos Aires, toda montada com pedacinhos de torradas:

 

 

 

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