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Fofuras e delícias de Páscoa

Ahh, a Páscoa. Época de reunir a família, comer peixe, acreditar no coelhinho, decorar a casa e comer muito chocolate, certo? Bom, só meio certo, porque conheço algumas pessoas que detestam chocolate. Minha grande amiga Georgia, por exemplo, ama Páscoa, mas não come chocolate de jeito nenhum.

Pensando nisso e em quem vai receber a família e quer decorar a casa pra ocasião, fiz essa lista de coisas fofas que você pode dar de presente pra quem não come chocolate ou usar pra deixar sua Páscoa mais bonita:

 1. Essa loja dentro do Elo7 vende esse pregador em forma de coelhinho. Imagina fazer um varal cheio de mensagens ou desenhos pregados com eles? O melhor é que custa só R$3

2. O segundo é perfeito pra quem não come chocolate, mas não dispensa um doce. O cookie em formato de coelho é da Cookieria. Vem no sabor baunilha e custa R$10

3. e 5. Esses dois são pra quem vai receber a família e quer decorar a casa a caráter. A número 3 é a linha Pasco-íris da Tok-Stok, com coelhinhos e porta-ovos. A número 5 é a linha Fofoelhos, da mesma loja.

4. Se na sua família tem um monte de crianças e você quer fazer brincadeiras, esse kit de caça aos ovinhos é perfeito. Vem com duas sacolas e adesivos de patinhas pra fazer o rastro.

Agooora, se você não é desses que detestam chocolate, nem tá numa dieta louca, vale conferir os verdadeiros orgasmos múltiplos em forma de ovo de Páscoa que tem por aí. Eis os meus eleitos:

1. Ovo de chocolate com doce de leite. Pronto, isso já e resume a gostosura e nem preciso falar mais nada. Vende na Havana.

2. Esse é o coelhinho mais lindo de todos os coelhinhos da Páscoa. Principalmente porque é feito de chocolate Lindt. Golden Bunny FTW! Yummy.

3. Diamante negro entra fácil no meu Top 10 de chocolates da vida. Lembro sempre do meu pai trazendo uma barrinha pra mim e outra pra minha mãe, quando eu era criança. Muito amor.

4. Sempre que quero mandar um presente fofinho pra alguém, gosto dos serviços da Flores Online. Principalmente essas cestas, que dá pra mudar os acompanhamentos. Nessa época eles ficam cheio de cestas temáticas. Vale dar uma passada.

5. Tem como não amar esse ovo? Até eu que dificilmente como Nhá Benta me rendo à essa versão do chocolate recheado de marshmallow. Uma verdadeira afronta àquela dieta que você tentou manter o ano inteiro. Cadê seu óleo de côco agora?

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28 de setembro: dia de luta pela descriminalização do aborto

Foto: Nessy Lanza

 

Hoje é Dia Latino-Americano e Caribenho pela Descriminalização e Legalização do Aborto. A data luta por um direito feminino que ainda não adquirimos: o direito ao próprio corpo.

As estatísticas comprovam: muitas mulheres morrem por causa de abortos clandestinos. E estas não são as ricas, aquelas que encontram apoio em seus ginecologistas, que simulam curetagens e abortam. Falamos das mulheres que caem nas mãos de curiosas, que tomam remédios abortivos sem orientação e acompanhamento médico. As muitas que abortam sem dinheiro, que (num julgamento superficial nosso) erraram, mas que não querem que este erro se propague em uma criança sem futuro, em um filho como um fardo.

Diana Whitten, no TedxAmazônia, explicou um pouco mais sobre esta questão hipócrita e ainda contou sobre o projeto que acompanhou: que faz uso da não territorialidade das águas para que embarcações se aproximem de litoriais e possibilitem o aborto.

Imaginemos que, hipoteticamente, fosse no corpo do homem que a gravidez acontecesse. Que por nove meses o corpo dele mudasse. Que os hormônios alterassem humor, fome, jeito, fúria. Que este homem precisasse parar, no mínimo, seis meses de sua vida para se dedicar quase que integralmente para uma pequena vida que mal conhece. Com quem muitas vezes não tem afinidade porque, veja bem, está com o corpo repleto de mudanças, interiores e exteriores, que desconhece.

Se assim fosse, se o homem fosse o responsável por propagar a vida dentro de si, o aborto já teria sido legalizado. E esta frase não é minha. É mantra, lugar-comum, coisa que todo mundo diz. Porque todo mundo sabe que é verdade. Independência, direito ao próprio corpo e poder de decisão – de colocar a própria vida em primeiro lugar – são coisas que nossos homens já alcançaram há tempos. Nós não.

E antes de entrarmos em questões filosóficas e religiosas, coloco aqui que o que me move nesta luta é o fato de que o aborto já é feito. Muito. Todos os dias, o ano inteiro. Por gente que você conhece e nem imagina. Se você faria ou não, não cabe a nenhuma de nós julgar.

Meus sinceros desejos a todas nós, mulheres, é que seus filhos (nossos filhos) sejam queridos e bem-vindos neste mundo e que dar à luz seja uma experiência tão gratificante quanto a que nos contou também no TedxAmazônia Suely Carvalho, esta parteira comprometida com o bem nascer.

Mas se assim não puder acontecer, desejo, do fundo do coração, que você continue viva.

E se você também quer propagar esta ideia, divulgue este texto. Vamos nos unir no dia de hoje nesta blogagem coletiva.

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