Arquivo da categoria: amor

Projeto SalvaCão – Todos juntos somos fortes!

Todo mundo tem um animalzinho de estimação. Bom, talvez não toooodo mundo, mas você aí que está lendo esse texto deve ter ou pelo menos já ter tido um. Não teve? Bom, talvez essa seja a hora certa de ter!

O Projeto SalvaCão é uma iniciativa da Lelê Siedschalg e vários amigos que desde março de 2011 vêm salvando vidas. Exatamente. Vidas muito preciosas que as vezes a gente não para pra pensar o quanto são especiais.

O projeto resgata animais vitimas de abandono, maus tratos e violência, afinal, esses bichinhos não podem se defender sozinhos e a gente sabe que, inexplicavelmente, tem gente por aí pronta pra fazer mal a eles. Além do resgate, eles procuram pessoas interessadas em adotar os animais e também dão todas as informações necessárias pra você denunciar abuso e maus tratos.

O projeto não tem sede, por isso eles dependem de doações e ajuda de todo mundo que quiser participar um pouquinho nesse processo pra deixar a bicharada muito mais feliz e saudável. No site projetosalvacao.org você pode saber mais sobre como ajudar, como denunciar e como participar dessa idéia que preza por fazer o bem, afinal, ajudando o Projeto SalvaCão você também se torna um protetor dos animais!

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Corações Involuntários

Você já andou por aí cheio de amor no coração? Mas assim, daquele jeito que você, literalmente, vê corações em tudo que é lugar? Pois é.

A Julia Nogueira criou o Tumblr Corações Involuntários. O negócio deu certo, afinal todo mundo se derrete com coisa fofa, e virou um grupo do Facebook onde diariamente você pode acompanhar imagens geniais com corações em todas as situações, lugares e possibilidades, além das legendas carregadas na melação.

Tem amor na comida, na fumaça, nos animais, na neve, na rua, na chuva, na fazenda, na casinha de sapê. Enfim. Tem amor no mundo todo, até por que convenhamos, all we need is love né?

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Das coisas (deselegantes) que as pessoas fazem numa separação

Obviamente, terminar um relacionamento nunca fácil, muito menos divertido. A decisão é dolorosa, provavelmente fruto de vários desentendimentos anteriores, e nem sempre as pessoas perdoam ou saem ilesas do processo. Gritarias, lágrimas e, às vezes, até alguma baixaria, fazem parte da coisa.

E se antes isso ficava só entre o casal, agora a gente tem aí Instagram, Twitter, Facebook e outras redes, pra expor a guerra pessoal dos ex pombinhos pra quem quiser ver. Detesto auto-ajuda e não tenho a menor pretensão de dizer o que as pessoas devem fazer, só quero apontar alguns comportamentos que tenho observado por aí ultimamente: 

- Terminou e começou a malhar

Esse, na verdade é o que me levou a escrever esse post. Acabei de ler um artigo falando sobre como o ex da Lady Gaga perdeu não sei quantos quilos depois que eles se separaram.

Ok, bom pra ele. Legal que tenha se cuidado e tal, mas não teria sido melhor tomar uma atitude antes? É claro que términos desencadeiam uma série de emoções que as pessoas nem sabia que estavam lá. O cara tomou um pé na bunda e resolveu que queria ser uma pessoa melhor, ótimo. Agora, imagina a sua raiva numa história dessas.

Você tá lá com um cara ogro, ele ganhou 30kg e ficou desleixado depois que vocês começaram a namorar. Mas tudo bem, você o ama mesmo assim. Aí uma hora vocês terminam e ele começa a postar no Facebook as fotos do tanquinho que tá cultivando. É pra morrer.

Antes de achar fútil, veja que isso serve para outras coisas também. Você sempre dizia para o cara arrumar um emprego ou, sei lá, deixar de lado um hábito ruim como fumar… O cara sabia que, além de te deixar feliz, essas atitudes seriam boas pra ele. Sabia que era uma preocupação legítima, mas nunca ligou muito. Aí vocês terminam e pronto, tá decidido que ele vai arrumar um emprego e nunca mais vai fumar.

Não digo que alguém tenha que mudar completamente por outra pessoa. Mas ceder é necessário, buscar seu desenvolvimento pessoal é preciso e, sim, acredito que as pessoas podem sempre mudar pra melhor. São exatamente as pequenas coisas, as que você considera bestas, que vão se acumulando e podem acabar resultando no fim.

E, sério, se a pessoa decidiu fazer algumas boas transformações na vida só depois que o relacionamento acabou, ela se acomodou e tomou o outro como garantido. Não era pra ser.

- Xingar muito no Twitter

Sabe aquela indireta que nem era pra você, mas acabou acertando em cheio o seu coraçãozinho partido? Se sua única reação num momento desses é tentar responder à altura, eu aconselho a não o fazer. As pessoas percebem, sabia? A única coisa que você vai ganhar respondendo provocações (que, quem sabe, nem eram pra você) é virar alvo de comentários maldosos.

Como já diria minha vózinha, roupa suja se lava em casa, e, embora você esteja teclando do seu próprio sofá, escrever coisas para o ex no Twitter ou Facebook é como pregar os xingamentos num outdoor.

Contenha-se, se puder. De preferência faça como a Kika disse aqui nesse post: se a coisa foi mesmo feia, evite se relacionar com o ex nas redes sociais. Melhor dar unfollow, deixar de ser amigo, se for preciso. Vale um tempo de luto, sem fuçar o perfil do outro, até você parar de se incomodar com o que ele diz.


- Status de relacionamento no Facebook: namorando

Você namorou/noivou/morou junto/foi casado por anos e anos, foi uma relação incrível enquanto durou, vocês têm fotos lindas, lembranças melhores ainda. Por um tempo, valeu à pena, vocês foram felizes e se respeitaram. Aí vocês terminam num dia e na semana seguinte, a outra pessoa muda o status de relacionamento lá no Facebook e começa a postar várias fotos com a nova namorada ou namorado.

Vocês podem até achar que isso não tem nada a ver, que é normal arrumar logo outra pessoa, que vocês têm mesmo é que aproveitar a vida. Alguns podem até me crucificar por dizer isso. Mas, gente, não custa ter um pouquinho assim de respeito, né?

Não precisa ficar esfregando o tempo todo na cara do outro o quanto você tá feliz e lindo, como seu novo namorado(a) é a pessoa mais incrível do mundo. O nome disso não é amor, é insegurança. Não custa esperar um pouquinho pra anunciar sua alegria para o mundo. Determinadas coisas são mais preciosas se permanecerem privadas. E além do mais, pra que provocar a ira do ex e correr o risco de dele(a) virar um daqueles exus doidos e perseguidores?

Se identificou com algum desses ítens? Conta aí nos comentários.

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Galanteio

Só queria compartilhar o que me aconteceu ontem numa rua qualquer de São Paulo.

Estacionei meu carro e, a pé, comecei a descer a rua. Percebi que tinha alguém no carro de trás que logo abriu o vidro pra me esperar passar. O que esperar? Um assalto, uma reclamação sobre a forma que estacionei ou uma cantada barata. Era um senhor de 60 e poucos anos bem alinhado que fez questão de expressar o seu pensamento em voz alta: -“Você é uma mulher muito bonita”. Simples assim, dócil. Agradeci.

Com a face ruborizada e feliz, ganhei meu dia.

Pode parecer babaca, mas não é. Me lembrei e peço a atenção de todos para o fato. Mulher gosta de carinho, de gentileza e de educação. Na maioria dos casos não gostamos de violência, grosserias e cantadas baixas. Por isso (num primeiro momento) siga esse exemplo e seja gentil. Se conseguires passar por essa primeira fase, quem sabe depois não enlouqueceremos e suplicaremos com muito amor: Por favor, tapas, excessos e baixarias!

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Feliz 2012 para os leitores do Supremas!

Sim, porque eu sou dessas que fica desejando “Feliz Ano Novo” a torto e direito, pro porteiro, pra caixa do supermercado, pra todos os amigos e colegas de trabalho que encontro pela primeira vez no ano.  Acho que deveria ter um código de conduta de reveillon pra gente saber a hora de parar (talvez no fim de janeiro seja uma boa hora).

Então, enquanto o primeiro mês ainda não acabou, por que não desejar um ótimo ano para vocês que passam por aqui pelo blog? FELIZ ANO NOVO EM CAPS PRA VOCÊS, SEUS LINDOS! Espero que tenham pulado sete ondinhas, comido uvas, tomado espumante e recarregado bem as energias pra 2012.

Eu consegui fazer um pouco de cada uma dessas coisas e já tô no pique do trabalho. Voltei de férias semana passada e hoje já começo a maratona de verão. Tô indo pra Maresias gravar o Plantão Mix, terça volto para o Dose Tripla e ainda vou pro Rio fazer uma entrevista com ninguém mais ninguém menos que Robert Downey Jr. O ano começou com tudo!

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Frances Bean Cobain vai se casar

Sim, como disse nesse outro post, você está oficialmente VELHO!

Frances Bean Cobain, aquele bebezinho que você viu nascer, que conhece bem das fotos no colo de seus pais Courtney Love e Kurt Cobain, se tornou um mulherão e agora está noiva.

Ela tem só 19 anos, mas parece saber muito bem o que quer da vida. Apesar de manter um estilo bem low profile, dizem por aí que Frances acaba de comprar uma mansão em West Holywood e ficar noiva de Isaiah Silva, que tem 26 anos e é vocalista e guitarrista da banda californiana The Rambles

Os dois namoram há cerca de um ano e a coisa toda veio a público quando eles mudaram o status no Facebook para “engaged”. Além disso a moça publicou o em seu mural que se sente sortuda por “poder passar o resto da vida com seu melhor amigo”. Ai ai, o amor…

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Veja fotos da nova casa da senhorita Cobain:

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Na contramão do amor, The Rambles têm uma música chamada “I Just Wanna Sleep With You”. Assista o clipe (que é bem tosco, mas a música compensa):

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28 de setembro: dia de luta pela descriminalização do aborto

Foto: Nessy Lanza

 

Hoje é Dia Latino-Americano e Caribenho pela Descriminalização e Legalização do Aborto. A data luta por um direito feminino que ainda não adquirimos: o direito ao próprio corpo.

As estatísticas comprovam: muitas mulheres morrem por causa de abortos clandestinos. E estas não são as ricas, aquelas que encontram apoio em seus ginecologistas, que simulam curetagens e abortam. Falamos das mulheres que caem nas mãos de curiosas, que tomam remédios abortivos sem orientação e acompanhamento médico. As muitas que abortam sem dinheiro, que (num julgamento superficial nosso) erraram, mas que não querem que este erro se propague em uma criança sem futuro, em um filho como um fardo.

Diana Whitten, no TedxAmazônia, explicou um pouco mais sobre esta questão hipócrita e ainda contou sobre o projeto que acompanhou: que faz uso da não territorialidade das águas para que embarcações se aproximem de litoriais e possibilitem o aborto.

Imaginemos que, hipoteticamente, fosse no corpo do homem que a gravidez acontecesse. Que por nove meses o corpo dele mudasse. Que os hormônios alterassem humor, fome, jeito, fúria. Que este homem precisasse parar, no mínimo, seis meses de sua vida para se dedicar quase que integralmente para uma pequena vida que mal conhece. Com quem muitas vezes não tem afinidade porque, veja bem, está com o corpo repleto de mudanças, interiores e exteriores, que desconhece.

Se assim fosse, se o homem fosse o responsável por propagar a vida dentro de si, o aborto já teria sido legalizado. E esta frase não é minha. É mantra, lugar-comum, coisa que todo mundo diz. Porque todo mundo sabe que é verdade. Independência, direito ao próprio corpo e poder de decisão – de colocar a própria vida em primeiro lugar – são coisas que nossos homens já alcançaram há tempos. Nós não.

E antes de entrarmos em questões filosóficas e religiosas, coloco aqui que o que me move nesta luta é o fato de que o aborto já é feito. Muito. Todos os dias, o ano inteiro. Por gente que você conhece e nem imagina. Se você faria ou não, não cabe a nenhuma de nós julgar.

Meus sinceros desejos a todas nós, mulheres, é que seus filhos (nossos filhos) sejam queridos e bem-vindos neste mundo e que dar à luz seja uma experiência tão gratificante quanto a que nos contou também no TedxAmazônia Suely Carvalho, esta parteira comprometida com o bem nascer.

Mas se assim não puder acontecer, desejo, do fundo do coração, que você continue viva.

E se você também quer propagar esta ideia, divulgue este texto. Vamos nos unir no dia de hoje nesta blogagem coletiva.

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Receita para esquecer alguém ou auto-ajuda barata

Tudo que vou escrever aqui é fantasioso, mas pode funcionar, pelo menos por alguns momentos, hehehe.

O fato é: você está ou estava apaixonada por alguém e esse em questão acabou contigo (nos dois sentidos), ou deu um tempo, um pé na bunda etc. Os dias passam e você insiste em gastar horas pensando nele. Os momentos que passaram juntos, nas juras de amor eterno e nos planos de casal. Tudo isso ruiu e é tarefa árdua desmoronar de vez com esse castelinho de areia. Todas apelam pra orações, magias e surge o desejo de se entupir de algum medicamento que nos faça esquecer o maldito, como no filme Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças.

As pesquisas na área da medicina já pereceberam o grande valor econômico dessas drogas e estão correndo atrás, mas por enquanto, o que descobriu-se sobre o assunto foi essa droga, que manipula o cortisol no seu cérebro.

No meu caso (acredito que no de vocês também) não basta apagar as más lembranças, queremos deletar as boas também! Por isso vamos continuar no resultado fantasioso que podemos atingir com algumas atitudes práticas:

1) Chore bastante, não tente suportar essa dor sozinha sem viver um bom de um luto. Assuma essa dor pra você e conviva com ela por um tempo. Não tente passar por cima como se nada tivesse acontecido, nesse caso você só estará alimentando um fantasma maior ainda.

2) Não se intoxique de alimentos gordurosos, fast food e chocolates. Isso só nos faz sentir pior. Peça pra algum amigo querido ou familiar cozinhar alimentos gostosos e criativos pra você. Comer bem nesses momentos é praticamente uma terapia.

3) Num primeiro momento procure ficar sozinha e tente entrar em contato com suas verdades mais profundas. Reveja seus sonhos, valores e objetivos de vida. Só depois saia contando aos quatro ventos o que lhe aconteceu, pedindo socorro ou opiniões diversas.

4) Relembre os defeitos do outro. Tente lembrar o quão estúpido ele é, o quão ignorante, o quanto se veste mal e foque na idéia que ele nem era tão bonito assim.

5) E por fim (se conseguir) delete facebook, twitter, msn, etc. Perseguição online é auto-punição.

Acredite, uma hora passa!

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Playlist de café da manhã

Foto: Eleonora Grasso

Há tempos penso em fazer uma mixtape de café da manhã.

Porque é um dos momentos mais importantes do meu dia. É o clima do café da manhã que, pelo menos aqui em casa, dá o tom que eu quero levar pro resto do meu dia — que se confirma ou não pois, afinal, nem tudo no nosso dia a dia é propaganda de margarina. ;-)

Música é importante. Leva a gente pra outros lugares, embala a leitura do jornal, combina com o cheirinho do café no coador e até rende umas dancinhas em frente ao espelho na hora da maquiagem. Esse é, pra mim, o plano de fundo da playlist que eu fiz com ajuda da amiga Carolina Derivi.

Espero que ouçam e que as músicas embalem o café da manhã que leva vocês para um bom dia.

A teoria dos 25 anos

Eu tenho uma teoria

Aos 11: decidi que casaria com 27.

Aos 21: no casamento de uma amiga, fiz as contas de quantos anos de solteirice me sobravam. Considerando a decisão que fiz aos 11, previ 4 anos de bagunça, 1 para achar alguém que preste, mais 1 de namoro até casar. 6 longos, porém assustadoramente curtos, anos.

Aos 23: uma amiga com 27 anos e casada me contou que era difícil perder peso depois dos 25 e como o corpo “desacelerava” a partir dessa idade. Também adicionou os “efeitos colaterais” do casamento, onde ambos engordaram, trocando horas de exercício por horas de trabalho ou lazer.

Foi aí que eu percebi: nunca fui gostosa do jeito que eu idealizava. Já fui muito magra, já fui bem recheada. Não permaneço muito tempo do mesmo jeito, seja pra bem ou pra mal, e isso me rendeu uma carterinha de membro honorário do Clube das Sanfonas.

Juntando fatores e considerando as contas que fiz aos 21, aos 25 eu estaria à “caça” do pretendente ideal. Logo, eu teria que estar nos trinques pra ser uma fêmea atrativa. Juntei as descobertas dos meus 20 e poucos ímpares e declarei: se até os 25 eu não for gostosa e mantiver isso, não é depois que eu vou ser.

Aos 24 e 11 meses: não me apetece casar aos 27, porém admito que tenho medo dos “30, solteira e fora de forma”. Sim, estou solteira. Não, não estou na caça, muito pelo contrário. E não, não estou gostosa como eu idealizava.

Nessa primavera resolvi fazer algo diferente

Nós, mulheres, crescemos com tantas premissas e é tão difícil, diria até impossível, sermos plenas se não pararmos pra pensar. Desde pequena somos bombardeadas pelas histórias da Bela Adormecida, Branca de Neve, Cinderela e Pocahontas para sermos lindas, belas, únicas e para sempre.

Essa minha teoria nasceu baseada no medo, mesmo que eu estivesse, teoricamente, visando a minha felicidade. Medo de não ser princesa. Aprender a lidar com esses medos e entender o contexto maior requer muita, mas muita meditação sobre a vida, o universo e tudo mais. E muitas vezes a resposta é 42 e você continua sem entender nada. Pelo menos pra mim é assim.

Demorei (e ainda demoro) a entender meus medos. Porém, prestes a fazer 25 anos aprendi algo incrível: me questionar.

Quando foi a última vez que você parou para se questionar, até o mais profundo “Por quê?”?

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