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Cuidados com a pele no inverno

E hoje tem a volta da nossa dermato querida, Dra. Marcela Gomes, da Clínica Entier. Olha só os cuidados que ela recomenda com a chegada do inverno:

O inverno está chegando e, com ele as modificações na nossa pele. O ressecamento, principalmente da pele do corpo, que pode ou não ser acompanhado de coceira, é a mais comum. Para combatê-lo ou até preveni-lo, o primeiro paso é o cuidado com o banho, que deve ser rápido, morno, sem bucha e com pouco sabonete, que deve se restringir às areas que podem ficar com mau cheiro, como axilas, genitais e pés. Após o banho, é muito importante o uso de bons hidratantes, como por exemplo, aqueles a base de uréia a 10%.

Além dos cuidados locais, vale prestar atenção na ingestão de água, que costuma ser menor nessa epoca do ano, devido à diminuição da temperatura. E não esqueçam de continuar usando o filtro solar diariamente no rosto e areas expostas!

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Mulheres Supremas: a modelo de 83 anos

Nas últimas duas décadas nos acostumamos a ver meninas cada vez mais jovens trabalhando como modelos. São crianças de 13, 14 anos, que mal sabem o que esperar da vida ou como lidar com o monte de “você-tá-gorda-demais” que vão precisar ouvir nessa profissão. Tudo o que elas sabem é que sonham ser as novas Giseles e Alessandras.

Já falei aqui algumas vezes sobre a a carreira de modelo, das dificuldades e das complicações do mundo da moda. Acho que ser top é tipo ser atleta, a indústria já carimba um prazo de validade na sua testa, e é por isso que dá pra contar nos dedos quem passou dos 35 anos e continua na profisão. Pra fazer isso tem que contar com algo além da beleza.

É por isso que penso que, quando a gente vê por aí uma modelo idosa (e sem nenhuma plástica), tem mais é que parar pra pensar. Daphne Selfe é uma inglesa de 83 anos que ainda espalha sua graça pelas passarelas e sessões de foto mundo afora. Ela começou a trabalhar depois que ganhou um concurso de um jornal local e nunca mais parou. Hoje contabiliza campanhas para Dolce & Gabbana, Nivea, Olay e várias outras marcas famosas.

Daphne diz que se sente mal pelas pressões que modelos de hoje têm que enfrentar, afinal ela começou muito cedo e que nunca lhe disseram que precisava perder peso ou algo assim (talvez por serem outros tempos). Sobre a idade, essa senhorinha querida só tem a dizer: “Vai acontecer de qualquer jeito, então por que se preocupar? Eu tento me manter feliz e não ser uma velha ranzinza. Vejo sempre o lado bom das coisas.”

Linda, né? Diz se você também não quer ser assim quando crescer?

Daphne Selfe quando começou a trabalhar como modelo

Pra saber mais sobre ela, vai aqui no Daily Mail.

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O meu ritual de limpeza do rosto

Toda terça apresento o Dose Tripla, um programa ao vivo, das 22h30 até as 23h30. Quem me vê ali na tv, com make e cabelos incríveis, dando boa noite, falando que o programa também tá ao vivo na internet, etc e tal, mal sabe desde que horas estou na emissora, me preparando para esse momento.

Funciona assim: gravo meu outro programa (o Plantão Mix) a tarde, normalmente umas 14h. Depois vou almoçar e já fico na Mix estudando os links do roteiro até as 18h. Nessa hora, tiro a maquiagem que já estava usando e desço para o camarim de novo para começar a me preparar para o Dose. Cedo assim. Isso porque às 19h30 preciso ir passar o roteiro com o diretor e os outros apresentadores (já vou pronta porque senão a gente fica batendo papo e não dá tempo de mais nada).

A maquiagem que uso no programa, normalmente é mais montada/carregada que o normal, talvez por eu ser a única mulher no meio dos marmanjos. Aí, meu bem, é um cabelão cheio de cachos e penteados e tranças, olho com no mínimo umas três cores, muito brilho, boca coloridona, blush marcado.

Dia de terça sempre postamos umas fotos no Instagram:

Os maquiadores capricham e fica tudo muito lindo, tão lindo que dá até vontade de sair depois do programa só pra aproveitar a make – coisa que quase nunca faço porque no fim de um dia tão longo, só quero a minha cama.

A única dificuldade nessa história é tirar tantas camadas de maquiagem antes de dormir. É, minhas amigas, tão achando que é fácil? Tem que tirar tu-di-nho e olha que tem dias que, por mais que eu me esforce, ainda acordo com olho de panda.

Foi pensando nesse drãaama da mulher moderna (e relembrando o que a Luciana já nos disse) que decidi fazer esse post.

O processo já começa logo depois do programa, no camarim da emissora mesmo. Passo alguns lencinhos umedecidos na pele pra já ir tirando as camadas mais superficiais de blush, pó e corretivo. Deixo a parte dos olhos para tirar em casa.

(Nesse momento tô numa entressafra de produtos. É que eu tava usando tudo manipulado, mas aí uns venceram, outros acabaram. Agora tô meio orfã, resgatando algumas coisas que usava antes dessa leva de produtos de farmácia de manipulação.)

Pra tirar a make do olho são milhares de bolinhas de algodão com muito demaquilante e um super cuidado pra não esfregar muito e ferir a parte de baixo da pálpebra (às vezes eu esfrego tanto que acaba arranhando). Por muito tempo usei o Eye Make Up Remover da L’oreal (comprava um estoque toda vez que viajava, é bem baratinho, uns cinco dólares) e me dei muito bem. Mas agora resolvi mudar e experimentar as maravilhas do Bi-Facil da Lancôme. E realmente ele é uma mágica divina, com um pouquinho já dá pra tirar muiiita coisa. Um que não recomendo nem a pau é esse azulzinho da Sephora, comprei dois e até hoje tão aqui. É horroroso e não tira porcaria nenhuma.

Depois dessa parte de “limpeza pesada”, vamos lavar o rosto. Amo a espuma de limpeza da linha Imortelle da L’Occitane (aliás, a linha inteira é incrível). Ponho o equivalente a uma colher de sopa na mão e depois passo no rosto, massageando em movimentos circulares pra ver se tira a maquiagem que ficou na pele. A Anna Pegova tem uma verdinha de verbena, similar a essa e que também é ótima. Se não tiver a espuma por perto, passo um sabonete específico para o rosto. Meus preferidos são o sabonete em barra da Neutrogena, que é beeem baratinho e eficiente (sempre tenho um por perto) e o em gel da Nívea.

Depois disso, claro, é hora de tonificar e hidratar, pra isso ainda tenho dois produtos manipulados. Um líquido à base de ácido acetilsalicílico, que passo com um algodão depois de todo o processo e um creminho à base de amor-perfeito pra nutrir a pele (passo um ou outro, normalmente alternando os dias).

É melhor consultar uma dermato pra saber o que você pode usar. Mas se for comprar um produto já pronto a Lu já recomendou esses adstringentes aqui e, pra hidratar, muita água termal.

Enfim, só queria compartilhar com vocês a trabalheira que dá pra ficar bonita, antes e depois da maquiagem. Quem pensa que é só sentar lá na cadeira do maquiador e ser feliz, tá muito enganado. Sempre lembrem que tem o depois e dormir de maquiagem é um atentado contra sua própria pele.

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Ensaio sobre um cabelo Cacheado: Capitulo 01 – Musas jubosas e inspirações

Em um mundo com muito mais referências lisas do que crespas mídia afora (alô revistas, blogs, sites, etc.), falta de inspiração pra cortar e/ou arrumar o cabelo toin-oin-oin não é uma situação muito rara. E quando alguma revista resolve fazer uma matéria sobre nosso tipo de cabelo e dar dicas de corte, pode apostar que lá vai estar o tal base-reta-com-laterais-repicadas-que-diminui-o-volume como carro chefe.

Como lidar? Onde se inspirar?

Pesquisa, minha gente. É o único jeito. Pesquisa por todos os lugares, incluindo os mais recônditos (já que quase todos os cabelos de revistas, anúncios e novelas são… lisos): moda, música, cinema, o povo nas ruas, revistas gringas, shows, colegas do lado, vídeos, livros, personagens, blogs gringos e/ou desconhecidos. Pesquisar com olhos atentos e sem preconceitos: um cabelo liso pode sim te dar uma boa idéia, aplicável à sua juba, com a ajuda de um bom cabelereiro e muita conversa. Pra esse meu corte de cabelo acompanhar por todo o processo de retirada da química, por exemplo, usei como referência esta foto, mesmo sendo de um cabelo liso. Foi explicar com calma pro cabelereiro que o que eu queria era a coisa das pontas compridas na frente e nuca mais curta com volume no alto da cabeça, que deu tudo certo.

Como eu adoro pesquisar (e prestar atenção no povo) tenho uma boa lista de pessoas/blogs/referências que ajudam bastante, dão boas idéias de cortes e/ou penteados e que (melhor parte) sempre me mostram como podem ser lindos e cheios de possibilidade os cabelos crespos/cacheados.

Daí que eu resolvi apresentar pra vocês algumas das minhas musas jubosas. Quem sabe elas não servem de inspiração pra mais gente, né?

01, 02 e 03. Corinne Bailey Rae, linda seja com a juba solta, meio presa ou presa no estilo moicano;

04 e 05. Linnea Jönsson e Leandra Leal mostram cachos mais maleáveis, um com muito volume e o outro mais comportadinho;

06 e 07. Ligia Helena arrasando na juba comprida, com cachos mais abertos;

08. Maria Schneider mostrando que jubosas também podem ter franja; 09. Diana Ross com um curtinho cheio de molas e bossa;

09. Diana Ross com um curtinho cheio de molas e bossa;

10 e 11. Solange Knowles, irmã da nossa musa negrinha Beyonce, aposta no natural hair pra cima e no turbante em dias de bad hair day [boa dica pra crespas e lisas];

12. Beth Viveiros e mais uma bela inspiração pra curtos;

13. Mariana Souza e sua juba toda repicada (e sem base reta);

14 e 15. Thais Araújo, curta e volumosa [adoro crespo afro pra cima] e comprida com fitinha [não ficou uma graça?];


16. Mayra Maldjian, musa indie e musa jubosa, mostrando um jeito charmoso de usar lenço e tirar a juba da cara;


17. Thalma de Freitas, só no topetinho [doida pra fazer esse cabelo pra uma festa];


18. Esperanza Spalding e outro penteado super estiloso pra você que tem um black poder;


19. Erykah Badu, linda e sem medo do volumão [e também adepta dos turbantes, que eu amo cada dia mais];


20 e 21. Gisella Francisca, das minhas blogueiras de beleza favoritas, com um penteado solto 70´s e um preso com volume;

22. Julia Sarr-Jamois, uma das melhores em combinar o cabelão com o estilo de se vestir.

E você, jubosa amiga? Bota esse Pinterest pra funcionar e me mostra o seu board de inspiração capilar?
[A seguir: Meus produtos do coração]

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Ensaio sobre um cabelo cacheado – Introdução

Eu nasci/ Com o cabelo enroladinho/ Um monte de cachinho na cachola/ Oi toin/ Oi toin, toin, toin…

Daí quando minha editora suprema, Marina Santa Helena, receber esse texto, certeza que vai rolar um “Aleluia”, um “Até que enfim!” ou qualquer outra expressão que o valha, visto que textos sobre vida e obra dos meus cachos me foram encomendados desde antes desse blog nascer.

Confesso, leitoras: enrolei.

[Desculpem, não deu pra resistir ao trocadilho. Favor manter o bom humor até o fim do texto, sim? Grata]

No afã de me fazer desembuchar, nossa querida editora propôs, inclusive, me acompanhar ao salão de beleza, para um post sobre as minhas madeixas.

E as minhas madeixas tem sido muito cortadas ultimamente, por uma razão desastrosa: um relaxamento mal feito.

Simplificando bem a coisa, o relaxamento, como você já deve saber [ou ao menos ter ouvido falar], é um processo químico usado pra tirar o volume e deixar os cachos mais “abertos” e maleáveis e a raiz mais sossegada e obediente. Acontece que, normalmente, esse processo é feito da mesma forma e com os mesmos produtos do alisamento. A diferença é apenas uma questão de… Tempo.

Fiz relaxamento por alguns anos na adolescência, quando meus cabelos eram muito compridos e o processo ajudava com o movimento, sem desfazer os meus cachos adorados. Depois entrei numa fase cabelos curtos e acabei deixando o dito cujo de lado por um tempo.

A primeira experiência de relaxamento em São Paulo foi traumática e aí, depois de esperar as madeixas crescerem bastante pra tosar tudo de uma vez, decidi ficar com o cabelo natural por um tempo. Até que no ano passado, minha cabeleireira de confiança da época me convenceu a tentar o relaxamento mais uma vez, só um pouco, na raiz, com a condição de que os cachos ficassem no lugar que estavam e eu não saísse escorrida do salão. A primeira vez foi um sucesso de crítica e público. Meses depois, o retoque deixou a raiz um pouco mais lisa que o desejado, mas os cachos ainda estavam como eu queria. Na terceira vez, a tragédia: largados nas mãos da assistente, meus cabelos ficaram com o produto mais tempo do que deveriam, e, embora não estivessem escorridos, meus cachos saíram do salão bem mais “abertos” do que eu gostaria.

Eu não lembro se em algum momento da vida, talvez numa infância muito distante, eu quis ter cabelos lisos. Mas do fim da adolescência até hoje, garanto que a idéia nunca foi essa.

Tentei me acostumar, abusando do combo ativador de cachos + difusor, em busca de cachos e volumes perdidos. Mas a paciência não durou muito e bastou a raiz crescer um pouco pra eu resolver tirar o estrago do melhor jeito possível: na tesoura.

Desde então já cortei o cabelo umas cinco vezes [uma a cada dois meses mais ou menos; na última foram só as pontas da frente], assim não preciso esperar o cabelos crescer por meses pra consertar o estrago, mas também vou controlando melhor o comprimento e o caimento dos fios, que afinal [alarme clichê soando] são a moldura do rosto.

Atenção para o top de cinco cabelos: 1. A juba original 2. Depois do último relaxamento, spray de volume + uma hora de difusor e nem metade do volume original 3. Primeiro corte pra tirar os cachos “abertos” 4. Último corte (até agora) 5. Cabelo atual, recuperando o antigo volume e com cachos muito mais definidos (sem difusor)

Em algum momento nesses meses o Supremas nasceu e minha editora teve a idéia do tal post direto do salão de beleza.

O que a nobre Santa Helena, com o seu cabelo perfeito de meu pequeno pônei, não sabe, apesar de ser também minha amiga intima e confidente, é que salões de beleza são territórios nebulosos e deveras imprevisíveis para jubosas cacheadas rebeldes como eu, e que pouquíssimas vezes na vida sai desses estabelecimentos com o cabelo verdadeiramente bonito e do meu agrado, sem que eu mesma precisasse finalizar o penteado direito ao chegar em casa.

A triste verdade, minha gente, é que não são só os cabelos crespos/cacheados que são difíceis. Mais difícil ainda é encontrar um profissional que saiba, de fato, lidar com eles, cortá-los, finalizá-los e deixá-los bonitos.

Isso posto, separei três dicas, coletadas ao longo da minha vida, que podem ajudar você, jubosa amiga, a evitar a tragédia de querer sair do salão de beleza com uma toalha na cabeça [Tenho uma amiga cacheada que, certa feita, saiu do salão, entrou na primeira farmácia, catou o primeiro creme pra pentear, enfiou a cabeça debaixo da primeira torneira e arrumou os cachos no primeiro espelho antes de conseguir ir pra casa tranquila]

1. Sempre fico atenta se profissional já me manda direto pro assistente lavar os cachos e não só não vê o cabelo seco, como não conversa sobre os meus toin-oin-oins pra conhecer o caimento da sua juba, o comprimento real das madeixas [todo mundo sabe que cabelo cacheado molhado fica maior], saber como eu gosto de usá-las e de quanto tempo eu disponho pra arrumar o mafuá diariamente (não adianta sair do salão com a juba bela, se em casa você vai precisar de cinco horas de babyliss pra deixar ela igual). Tenho a teoria de que cabelo cacheado deve ser cortado seco (Na única vez em que sai do salão com o cabelo lindo de verdade, o profissional cortou o cabelo seco e finalizou com leave-in e difusor), mas já que vai ser lavado, tem que ser pelo menos visto seco antes de cortar.

2. Sempre fico atenta se o profissional tentar desembaraçar os fios secos com um pente ou mesmo com uma escova. Cabelo cacheado a gente desembaraça no banho, com pente de dentes espaçados, de preferência de madeira e de preferência com um creminho pra ajudar. Se, por alguma razão, o profissional não estiver atento a esse detalhe básico, é possível que resto também não dê muito certo. E mesmo que o seu cabelo esteja molhado, não diminua a atenção: o jeito como o cabeleireiro desembaraça o cabelo diz muito sobre o quanto ele sabe tratar cabelo cacheados. Já inventei uma dor de barriga incontrolável uma vez, porque o moço arrancou metade dos meus cabelos só no ato de desembraçar. Sabe-se lá do que mais ele era capaz.

3. Não aguento mais ler nas revistas femininas que, no que diz respeito a cabelos cacheados o melhor corte é o tal com base reta e lateral levemente repicada. Sempre fico atenta com os profissionais que querem “facilitar a minha vida” com esse corte. Não aceite simplesmente que esse é o melhor corte pra cabelo cacheado e pronto. Pode ser o melhor pra uma pessoa e deixar a outra com a cara mais sem graça da vida. Há vários fatores envolvidos: tipo de cacho, tipo de rosto, caimento do cabelo e por aí vai. E se eu quiser diferente? E se eu quiser um corte que não seja tão clássico? E se eu quiser repicar? E se eu quiser que ele arme? Obviamente o profissional precisa orientar a cliente (explicar qual corte tira o volume, qual corte dá volume, por exemplo) e saber se o que a cliente tem em mente funciona ou não pro tipo de cacho que ela tem. Mas também tem que estar pronto pra dar sugestões outras que não seja só base reta com laterais repicadas, e que funcionem tanto quanto.

E você, jubosa amiga? Qual a sua dica pra evitar tragédias capilares no salão de beleza?

[A seguir: Musas jubosas e inspirações para a hora de cortar]

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Resenha: shampoo e condicionador Curlesque


Tenho cabelo ondulado e por isso era mega fã da linha Curls Rock, da Tigi. Usava direto o shampoo e o condicionador, até eles decidirem transformá-la na coleção Curlesque. Segundo Carlos Cintron, diretor de desenvolvimento da marca, a intenção era reinventar a linha, melhorando os produtos e adicionando a ela tudo aquilo que eles já sabem que funciona em termos de definição de cachos.

Confesso que achei muita coragem da Tigi fazer uma mudança tão grande, justo na linha que tinha maior sucesso. Por isso, fui lá testar o shampoo e o condicionador Curlesque pra ver o que mudou em relação aos mesmo produtos da Curls Rock. Olha só:

A primeira coisa que você nota, obviamente, é que a embalagem agora outra. Antes era mais redondinha e mais simples por fora, toda azul, e agora ficou cilíndrica e com esse monte de coisa escrita. Eu adorava que a Curls Rock vinha com um dosador, mas, nessa nova embalagem não curti que vem sem nada pra ajudar tirar a quantidade de produto que você quer (sempre acaba caindo muito e fazendo uma meleca).

Agora, falando dos produtos em si, o shampoo tem essa aparência amarelada aí de cima (antes era completamente branco). A fórmula é sem sulfato e composta por ingredientes marinhos e água de pepino que ajudam a hidratar, definir os cachos e fechar a cutícula dos fios. O shampoo é o primeiro passo pra preparar os cabelos para a modelagem e ajudar a evitar o tão temido frizz. O cheiro é incrível, mais forte, intenso e achei melhor que o da Curls Rock (esse tinha um cheiro mais suave, tipo de produtos pra bebê).

O condicionador continua branco como o da Curls Rock, mas agora bem mais espesso e tem um cheiro similar ao do shampoo. Minha crítica é que, apesar da espessura, senti que ele não espalha direito nos cabelos, o que praticamente te obriga a usar o condicionador leave in da mesma linha, além de vir super pouco (embalagem de 250ml).

Por isso, se for comprar, adicione no mínimo os três produtos ao carrinho (shampoo, condicionador hidratante e condicionador leave in), eu não comprei e vi que não é a mesma coisa. Se puder, é bom levar também o amplifier, que dá um efeito melhor aos cachos.

Onde comprar:

- Eu comprei numa mega promoção da Coquelux, por R$100 os dois

- Vende também na Beleza na Web, mas tá caaaro (R$244,42 o kit com os dois produtos)

- Tem também no bom e velho Morangão, por R$93,50 os dois

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Achados: acessórios por até R$25

Semana passada eu fui lá na Rua 25 de Março pra comprar uns confetes e máscaras para o carnaval e acabei saindo com vários outros balangandãs. Fazia um tempão que eu não ia lá e, pra ser sincera, nem sabia direito quais eram as melhores lojas pra se comprar acessórios. O bom é que dessa vez eu fui com minha amiga Mari, que manja tudo da 25 e me mostrou onde se escondem os mais incríveis colares, pulseiras e anéis, por menos de R$25.

Esses colares aí de cima são de uma loja no Shopping Porto Geral, que aliás foi o melhor lugar pra encontrar colares mais delicados, com pingentes legais. O mais caro foi o da ponta direita, com pingente de aviãozinho de papel (R$24,90), o de arma tem toda uma vaibe Lydia Sayeg e o mais barato foi o de caveira (R$9,90).

As pulseiras foram compradas em outra loja na mesma galeria (ou shopping). A de couro com tachas foi um pouco mais cara, mas as de miçangas pra compor, foram R$3,99 o conjunto.

Ah, e essas unhas aí fiz pro carnaval. O efeito lembra os adesivos minx, só que nesse caso são umas unhas postiças, bem mais finas. Comprei em uma loja, também na galeria, e a caixa com 24 unhas custa uns R$8,00 (chora, Adriana Barra). Foram fáceis de aplicar, mas duraram bem pouco, no terceiro dia já estavam caindo. Servem mesmo pra dar uma bom efeito pra ir numa festa.

Um dos ítens mais baratos dessas comprinhas foi o anel de bigode aí embaixo (R$4,99). Ainda não usei, apesar de ter adorado e foi garimpado numa loja na esquina da 25 com a Ladeira Porto Geral, do mesmo lado do metrô São Bento.

Se você tá pensando em renovar o estoque de bugigangas, recomendo dar uma passada na 25 de março, de preferência nesse Shopping Porto Geral. Lá dentro dá pra achar umas coisas mais delicadas e não precisa comprar em atacado.

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Dra. Marcela responde: e essa história de usar desodorante como primer?


Há algumas semanas vi um vídeo em que uma blogueira diz usar desodorante roll on como primer e li uma matéria em que a diretora artística da Revlon ensina a fazer o mesmo. Como você vê essa atitude do ponto de vista dermatológico?

Do ponto de vista dermatológico, não te aconselho a usar não, acho que primer é primer e desodorante é desodorante. A pele do rosto é muito mais sensivel que a da axila e os desodorantes contem substâncias diversas como cloridrato de alumínio em concentrações variadas, fragrâncias diversas, as vezes álcool e antissépticos, que nem sempre podem ser usados no rosto; podem causar alergias e irritações. Além disso, o desodorante é indicado para diminuir a transpiração, que é produzida pelas glândulas sudoriparas e não a oleosidade, que é produzida pelas glândulas sebáceas. Então, ele pode até funcionar na transpiração do rosto, mas não na oleosidade, além de poder causar danos a sua pele. Eu não arriscaria!

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O que tem na minha bolsa de verão

Como já falei por aqui, estou trabalhando na praia desde o início do ano. Hoje cheguei das gravações e na hora de organizar as coisas para voltar para São Paulo, tirei tudo da bolsa me dei conta que acabei criando uma rotina pra encarar o trabalho na areia, debaixo de sol quente, e, às vezes, até da chuva. São vários produtinhos e acessórios que viraram praticamente meus instrumentos de trabalho nos últimos dias. Olha só o que sempre tem dentro da minha bolsa nessa verão:

1. Tic Tac Canela, um dos meus drops preferidos (junto com Altoids e Menthos). Artigo de primeira necessidade quando você precisa encarar várias viagens demoradas durante a semana.

2. Água Termal, haja hridatação pra dar conta de tanto sol na cara! A gente sai super cedo pra tentar evitar o solzão, mas mesmo assim, o calor impera e acaba derretendo um pouco a maquiagem. No final de tudo a água dá uma suavizada.

3. Espelho. É claro que tem uma maquiadora-madrinha acompanhando tudo e vendo se não tem um cabelo fora do lugar ou uma make derretida. Mas ter um espelho sempre me deixa mais segura. Vai que fico com olho de panda no meio do trabalho e ninguém percebeu…

4. Filtro Solar. Tenho usado o Filtrum 30 no rosto. Devidamente indicado pela Dra. Marcela, é super seco e ótimo para passar antes da maquiagem, uso junto com um chapéu. Tá aprovadíssimo. Não tá na foto, mas no corpo tô usando muito o Sol de Janeiro fator 30.

5. Óculos escuros, nem precisa explicar por que, né? Tenho uns 3 óculos preferidos, que fico revezando. Se o sol tá muito forte, gravo com eles pra não ficar com o olho fechadinho no vídeo.

6. Tônico, esse é manipulado com água termal, vitaminas e minerais. Não é o mais indicado, mas tenho usado muito pra tirar a maquiagem depois de gravar. Saio correndo pra tirar todo o Kryolan, rímel e delineador e depois aplico a água termal.

7. Guarda-chuva, que funciona mais como guarda-sol. Fico parecendo bem perua com um guarda-chuva no meio da praia, com um belo sol de verão, mas não aguento mais torrar. Chega de bronzeado pelo resto do ano!

8. Chave da casa de praia. Porque tem um boneco no lugar do porteiro do condomínio.

9. Notas de produção. Porque as diárias precisam ser justificadas e a gente precisa almoçar.

Ah, e embaixo de tudo tem essa canga azul velhiiinha, que amo. Sempre útil pra quando quero sentar na areia.
E vocês? O que levam na bolsa quando estão na praia? Contem aí nos comentários!

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As Unhas da Zooey

Uma pessoa que nem unhas tem não deveria reclamar tanto sobre a cafonice que impera no mundo da nail art, não é? Mesmo assim, me dou o direito de revoltar toda vez que vejo uma unha cheia de strass e afins, não entendo, mesmo.

Mas foi só a Zooey Deschanel postar no Instagram e aparecer no Golden Globes com aquela gracinha pra eu me render às unhas com arte. Achei meio nerd, meio infantil, tudo muito fofo.

Montou nesse Prada des-lum-bran-te com unhas gracinhas. Daí atualizando minhas inscrições no Youtube encontrei um tutorial sobre as benditas. É em inglês, mas quem não conhece o idioma aprende a técnica só de olhar, mesmo porque em uma das unhas ela usa um instrumento específico pra fazer desenhos que temos por aqui também, mas que podem ser substituídos pelo velho pau de laranjeira né (indico acelerar até o minuto 1 do vídeo, essa mocinha fala muito, hehe).

O interessante é que o processo foi realmente muito fácil e prático porque ela usou uma caneta com esmalte da Sally Hansen. Ainda não vi isso no mercado nacional, peço um help aqui das conhecedoras de esmaltes caso exista. E se ainda não, o que tá faltando, meu povo? Praticidade é a palavra de ordem do século.

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